terça-feira, 22 de julho de 2008
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
'`'`'`' Chuva '`'`'`'
Lembrei de um texto que eu escrevi aqui quase 2 anos atrás.
Adoro esse barulho produzidos pelos pingos de chuva na telha de alumínio. Deitada aqui na minha cama eu sinto paz pois sei que estou abrigada. Quando pequena adorava mais ainda a chuva pois era pretexto para sair pra tomar banho e, junto com meu pai, lavar o pátio. Agora eu somente gosto do barulho. Propouproupou....
Ô sinal demorado! Cansado depois de um dia péssimo no trabalho. E ainda me vem essa chuva para atrapalhar o trânsito. Ontem mesmo eu mandei lavar meu carro e agora terei que fazer isso hoje de novo. Se parar essa merda de chuva. Anda logo seu f.....
Ah não. Chuva agora?! Corre! Corre! Puf! Puf! Nossa quanta gente amontoada numa parada de ônibus. Tõ vendo que eu vou me molhar mesmo. Preciso ao menos proteger meus livros. Pronto, embaixo da camisa dá pra proteger mais. Num pode demorar pra passar meu ônibus. Ainda bem que lá vem ele....
Vamo lá. Colocando as crianças na sala que é onde num chove. Vou chamar a Marinha pra me ajudar a colocar as bacias nas goteira. Tá entrando àgua na casa? Merda! Corre pega o balde pra me ajudar a tirar essa àgua toda! A cozinha está inundando! Minha geladeira não pode molhaaar....
Sinto cheiro de chuva. Onças não gostam de chuva. Vamos crianças. A floresta durante uma chuva fica bastante perigosa. Precisamos sair de perto desse riacho e ir para algum lugar mais alto aonde não haja inundação. Mas não sem checar as redondezas. Nenhum predador à vista nem ao faro. Vamos. Precisamos subir aquela colina....
Ainda bem que começa a chover. Minhas àguas já estavam começando a secar. Sinto o fluxo escorrendo para dentro de minhas margens. É bom poder correr com força e rapidamente depois desse período de seca. Sou alimentado agora depois de alimentar a sede de muitos....
Estou sentindo a umidade. Minhas folhas estão se molhando. Sinto a àgua escorrendo em meus galhos. A água que me alimenta. Escorre até o solo ao redor das minhas raízes. Eu necessito dessa àgua. Escuto também a risada de minhas companheiras próximas. Cada gota em cada folha é festejada com um aplauso....
Publicado em 29/01/2006.
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domingo, 9 de dezembro de 2007
Carol
Ontem eu fui a um show maravilhoso: o da Ana Carolina, do novo cd duplo. Eu acho as músicas dela muito bonitas. Fiquei babando pela qualidade musical da banda. Eu me derreto totalmente por instrumentos de música clássica tais como piano, violino, violoncelo, clarinete. É ainda mais bonito quando se misturam com instrumentos mais contemporâneos (não soube dizer a palavra oposta de clássicos hehe), guitarra, baixo (apesar se ser a mesma coisa que o violoncelo mas com uma maneira de tocar diferente), bateria e tinha até pandeiro inclusive batucado por ela mesma. Falando em percussão, paguei muito pau para o percussionista da banda dela. Em uma das músicas ele ficava pegando a sonoridade de água caindo em um tanque. Maravilhoso!
Uma coisa eu já tinha percebido, mas ontem se confirmou mais ainda. Ana Carolina, Carol para os íntimos, e eu temos uma coisa muitíssimo em comum. Nossa obsessão por ruas e estradas. :D Isso se torna evidente em algumas músicas dela tais como:
É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
(É Isso Aí)
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem
...
Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua (uuui! :D)
Quem sabe então assim
Você repara em mim
(Nua)
Como a qualquer hora
Assim mesmo eu sou
Sou de qualquer jeito nem tudo eu respeito
Pra onde for o vento eu vou
(Me Sento Na Rua)
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
(Ruas de Outono)
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você
(Pra Rua Me Levar)
Minha vida vai encostar na tua
Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada
Meu caminho é meio perdido
Mas que perder seja o melhor destino
(Encostar na Tua)
Muuito bom! Amanhã estarei escutando esse CD novo (que minha amiga Su vai levar hehe) porque tem uma música lá que eu não conhecia mas achei a letra linda! Não tinha estradas nem ruas no meio mas eu gostei mesmo assim. ^^
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sábado, 8 de dezembro de 2007
Por que você teme seu próprio nome?
Nosso registro de nascimento sempre mostra aquele nome que nosso pai e mãe achou que seria bonito. Pra homenagear alguém (no meu caso a minha avó paterna), cumprir promessa ou porque acha bonito, mesmo que a outros olhos seja bizarro [rs]. Esse nome nos acompanha na maioria das vezes, digo isso porque tem sempre alguém insatisfeito que acaba mudando o nome em cartório, até o resto da vida.
Mas por que tememos nosso próprio nome? Quando se está numa conversa em que alguém, que sempre te trata carinhosamente por um apelido, de repente muda o tom e te chama pelo primeiro nome. Isso normalmente soa bastante ameaçador, não é mesmo? É muito estranho o impacto que a simples menção do nome "real" causa em algumas pessoas, pra não dizer em quase todas.
Eu sou uma dessas pessoas que não dá a mínima pra isso. Eu adoro meu nome por ser incomum. Embora não ache que ser chamada por apelidos seja uma coisa que me incomode. Acho que respeito está nos atos e não em palavras. Mas várias vezes eu já cheguei com alguém no msn chamando pelo nome. Reações diversas. Uns achavam que eu estava brava e chamado pra conversar sério. Outros que eu estava apelando na conversa. Eu hein! Isso me fez pensar e começar a escrever esse post sobre isso.
Mas eu tenho uma teoria que é compartilhada por várias pessoas também. O que se teme é a autoridade inerente ao som do nosso próprio nome. Isso se deve ao tom ameaçador que nossas mães adotam para nos chamar quando estão bravas. Em 99,9999999% das vezes elas nos chamam pelo nome, segundo nome e até mesmo sobrenome para enfatizar beeem que elas querem chamar a nossa atenção. "João Francisco da Silva!!!!" Dessa maneira a gente acaba associando o nosso nome a algo ameaçador ou no mínimo autoritário.
Portanto eu digo, não temam seus próprios nomes. Como já diria Freud (eu lá sei se ele diria isso mesmo hehe), temam vossas mães! Elas são a origem desse medo todo. :P
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
vale a pena ver de novo?
Acho que vou republicar meus melhores textos do outro blog.
Ou pelo menos os que eu julgar serem os melhores. :P
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ThEyA
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